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Cockpit Automóvel - Conteúdos Auto


Segunda-feira, 18.07.11

Monroe leva “Stars Wars” ao WTCC

A Legião 501 é um clube internacional que se dedica ao voluntariado, defendendo diversas causas humanitárias. Nomeadamente a relacionada com a doação de medula óssea. A representação portuguesa conta actualmente com 9 Membros activos. A Monroe decidiu agora patrocinar esta causa nobre, contratando estas personagens para a animação dos eventos relacionados com a sua presença no campeonato WTCC do qual Tiago Monteiro é um dos pilotos mais conhecidos.


Com fatos de Stormtrooper, Shadow Trooper, Sandtrooper, Biker Scout, Imperial Gunner, Captain Rex e Darth Vader, a “legião” lusa esteve muito activa no fim-de-semana em que decorreu a prova portuguesa de WTCC no Porto.
Esta organização mundial, fundada por Albin Johnson, é um clube de voluntariado formado com o propósito de juntar entusiastas de “costuming”. Tem por objectivo criar uma identidade colectiva, perpetuando e celebrando assim, o imaginário universo do Star Wars, a moderna mitologia imaginada pela paixão do seu criador, o realizador de cinema George Lucas.
Mas além de promoverem a qualidade e o melhoramento das respectivas réplicas e adereços, os elementos deste grupo pretendem servir-se delas para potenciarem a angariação de fundos, ou na realização de trabalho de caridade e de voluntariado. Ao contratá-los para a animação dos eventos em que está presente, nomeadamente os relacionados com as corridas do campeonato mundial de viaturas de turismo, a Monroe dá deste modo um importante contributo a esta nobre causa.

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Terça-feira, 12.07.11

Circuito da Boavista 2011. Reportagem fotográfica às melhores curvas da prova

Têm que ser bonitas e sobretudo serem vistosas. Preferencialmente com pouca roupa. As “pit babes” constituem a animação paralela de qualquer grande evento automobilístico. Ainda há poucos dias foi assim no Porto, durante o Circuito da Boavista.
Segurando uma placa com o número, encostam-se, sentam-se ou debruçam-se sobre os carros de corrida. E sorriem. sorriem muito para tentar cativar o público, tentando estoicamente manter esse sorriso até para os olhares mais atrevidos.

E se há sorrisos bem bonitos de se verem! Como este da Monroe.
O objectivo é, claro está, despertar as atenções dos jornalistas. Mas sobretudo dos repórteres fotográficos. Porque atrás ou por debaixo delas há um carro. E esse carro tem publicidade. E é a publicidade quem paga os custos da preparação e toda a logística associada à corrida.
Incluindo aquilo que elas próprias recebem de “cachet” para enfrentarem olhares e piropos marotos, faça chuva ou faça sol…
A seguir há mais. As legendas podem ficar ao sabor da imaginação de cada um.
Afinal, as curvas de uma corrida de automóveis não são apenas feitas  de asfalto...

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Terça-feira, 12.07.11

Circuito automóvel da Boavista 2011


S. João de Corrida


As ruas do Porto, na zona da Boavista, fecharam ao trânsito regular e as bancadas, montadas em locais estratégicos do circuito citadino, preencheram-se de gente para ver passar pilotos e máquinas. A história das corridas, dos tempos e das classificações importam menos do que falar da festa que por esses dias se viveu na cidade Invicta, em dois preenchidos fins-de-semana com um S. João pelo meio.



De dois em dois anos, numa parte da zona da Boavista em redor do Parque da Cidade, é recriado um dos circuitos míticos da história do automobilismo português. Tal como o circuito de Montes Claros em Monsanto, Lisboa, a prova da Boavista teve a sua génese na primeira metade do século passado, com as primeiras corridas de automóveis em Portugal. Após a Segunda Guerra Mundial chegou mesmo a adquirir notoriedade internacional e, em 1958, Portugal recebe aqui, pela primeira vez, uma corrida de Fórmula 1.
Apesar de essa honra, em 1960 a prova despede-se com a segunda participação do português Nicha Cabral ao volante de um Fórmula 1.
Carros que só voltariam a fazer a célebre curva do Castelo do Queijo em 2005, quando o formato da corrida foi retomado com o Grande Prémio Histórico do Porto.


Rui Rio, “pai” do novo circuito


Um dos grandes mentores deste novo projecto é o actual presidente da edilidade nortenha, Rui Rio. Entusiasta do desporto automóvel, mas principalmente ciente da importância e da divulgação internacional que as provas aqui realizadas beneficiam, principalmente as do campeonato mundial de carros de turismo, o presidente da câmara do Porto avançou este ano para mais um evento. Apesar da conjuntura económica difícil.
“Seria um erro, em termos da promoção turística da cidade, não manter essa regularidade”, explicou Rui Rio. Depois de já ter “perdido” a prova aérea da Red Bull para Lisboa, o autarca lembrou “estudos como os realizados pela Faculdade de Economia sobre o impacto do Circuito da Boavista no turismo, que apontavam para um retorno na ordem dos 32 milhões de euros em termos de divulgação e visibilidade do Porto”. Bem como os benefícios directos sobre a ocupação hoteleira e sobre outras actividades económicas relacionadas com o turismo.


Uma assistência de milhões


Apesar disso, a organização deste ano conseguiu reduzir ainda mais os custos que decorrem da preparação logística, da promoção da prova e dos transtornos causados.
Ao longo dos dois fins-de-semana em que se realizou o evento, calcula-se que mais de 350 mil espectadores tenham passado pelo circuito.
Principalmente no último dia, em que puderam ver e aplaudir o piloto português Tiago Monteiro em mais uma subida ao pódio. Sem esquecer que as corridas do campeonato em que o português é actualmente quarto na classificação geral, o FIA WTCC, terão merecido uma audiência em directo, através do canal Eurosport, calculada em mais de 150 milhões de espectadores!
No último fim-de-semana, além desta prova mundial reservada a viaturas de Turismo, o programa das corridas incluiu outras de diversos campeonatos e categorias. Em pista estiveram bólides clássicos e menos clássicos, e até as sempre espectaculares Ford Transit que, de carros de trabalho, têm muito pouco...
Entre muitas actividades promocionais e de vários outros motivos de interesse para os espectadores, algumas celebridades tiveram a oportunidade de fazerem o gosto ao pé. A corrida dos “Vip's” juntou em pista nomes conhecidos como os de Marisa Cruz, o ex-futebolista João Pinto, os políticos ou ex-governantes Rui Rio, Marques Mendes, Morais Sarmento, Nuno Melo, Marçal Grilo ou a actriz Dália Madruga, entre muitos outros, num despique que levou aos lugares mais baixos do pódio o vice-presidente e o presidente da Câmara do Porto, respectivamente.

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