Um milhar de Nissan LEAF, o veículo 100 por cento eléctrico da marca japonesa, foram vendidos na Noruega em apenas seis meses. Ao contrário do retrocesso do caso português, onde os incentivos à compra de viaturas eléctricas deixou de existir, a aposta na rede de mobilidade eléctrica estagnou e, com isso, se joga no lixo os milhões de euros já investidos no plano MOBI-E, naquele país do norte da Europa respeita-se o impacto futuro que este género de veículos pode ter sobre o ambiente e, consequentemente, sobre a qualidade de vida dos seus habitantes.
Apesar da dimensão do mercado norueguês, dois por cento do total do mercado automóvel e o nono automóvel de passageiros mais vendido no mês de Fevereiro, são valores interessantes para um veículo com características tão específicas. A primeira das quais ter uma autonomia mais limitada do que os concorrentes térmicos.
A razão de tamanho sucesso só pode dever-se ao facto da Noruega ser o país europeu que mais estímulos oferece à aquisição de automóveis eléctricos: sem IVA, sem imposto automóvel, estacionamento gratuito, isenção de algumas portagens e possibilidade de utilizar as vias destinadas a transporte público em Oslo. Além disso, a infra-estrutura de carregamento em Oslo atinge neste momento perto de 3.500 pontos de carregamento públicos, muitos dos quais de utilização gratuita.
Este pacote de incentivos, sem paralelo na Europa e uma infra-estrutura de carregamento acessível, fizeram do Leaf o segundo modelo da marca mais vendido naquele mercado.
Recorde-se que este é o primeiro veículo eléctrico produzido em série e do qual já vendidas 25.000 unidades em todo o mundo, desde a sua introdução em Dezembro de 2010. Isso faz com que seja o veículo eléctrico mais vendido de sempre. (ver
AQUI o resultado do ensaio).
Com um motor CA de 80 kW de potência e 280 Nm de binário, suficiente para uma velocidade máxima de 145 km/h, é alimentado por uma bateria laminada de iões de lítio, desenvolvida pela Nissan, cuja produção esteve para acontecer em Portugal. O carregamento de um estado vazio até 100% demora de seis a oito horas com um carregador normal e apenas 30 minutos de um estado vazio até 80% utilizando um carregador rápido.
Premiado com cinco estrelas nos exigentes testes Euro NCAP, o LEAF possui um nível de equipamento de topo com ar condicionado, navegação por satélite, câmara de estacionamento traseiro e sistema de telemática CARWINGS, entre outros. A produção europeia do Nissan LEAF arrancará em Sunderland, em inícios de 2013.
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O construtor francês antecipa o futuro e começa a apresentar versões 100% eléctricas de modelos já presentes na gama. No campo dos comerciais é o Kangoo, entre os familiares coube ao Fluence receber um motor eléctrico com uma potência máxima de 70 kW (equivalente a 95 cv) atingida às 3000 rpm e 226 Nm de binário. Sendo a primeira berlina de 3 volumes totalmente eléctrica - proposta ao preço de um equivalente térmico – o Fluence Z.E. mantém um habitáculo amplo e confortável e um conjunto importante de equipamento de segurança. A velocidade máxima está limitada próximo dos 150 km/h e a autonomia de uma carga completa das baterias, feita a partir de uma vulgar tomada doméstica de energia, pode ultrapassar os 120 km. Tudo depende da pressa e da impulsividade de quem o conduz.
A Renault posiciona-se na dianteira dos fabricantes de veículos de passageiros totalmente eléctricos, com uma gama que vai do pequeno e curioso
Twizy, passa pelo
utilitário ZOE e completa-se com este Fluence Z.E.. Entre os “comerciais “ a representação faz-se com o Kangoo Z.E..
Revelado em Setembro de 2009, ainda como concept car, o Fluence Z.E. é dedicado a clientes particulares ou frotas à procura de um veículo estatutário que seja, ao mesmo tempo, económico e respeitador do meio ambiente.
Um protocolo entre a CML, a Autocoope e Renault fizeram do Fluence Z.E. o primeiro táxi integralmente eléctrico a circular nas ruas de Lisboa. Para além do factor ambiental, os reduzidos custos de utilização foram decisivos para que a maior cooperativa de táxis de Lisboa quisesse testar, em utilização real, o automóvel 100% eléctrico da Renault, como táxi.
Conservar a elegânciaApesar de bastante semelhante às versões dotadas de motor a gasolina ou a gasóleo (ver
AQUI o ensaio à versão 1.5 dCi), o Renault Fluence Z.E. distingue-se por um conjunto de elementos característicos dos veículos eléctricos da gama Renault: aros dos faróis de nevoeiro, logótipos, uma grelha específica, faróis traseiros totalmente redesenhados – integram uma zona composta por losangos azulados – e uma calandra específica, mais ampla.
Com um comprimento de 4,75 m, a versão eléctrica do Fluence é 13 cm mais comprida que a versão térmica, de modo a permitir a colocação da bateria atrás dos bancos traseiros. Por isso, a lateral da carroçaria foi redesenhada para conservar o equilíbrio geral da versão original. A secção traseira é completamente nova.
O Fluence Z.E. diferencia-se ainda pelos espelhos retrovisores pintados em preto brilhante, pelos bocais de carregamento nas laterais frontais e pela parte inferior da traseira dotada de um difusor para melhorar a aerodinâmica. No mesmo espírito, as jantes com design específico para o Renault Fluence Z.E. foram desenhadas para diminuir as turbulências aerodinâmicas.
Habitáculo “conservador”O habitáculo do Renault Fluence Z.E. retoma o conjunto de elementos apresentados na versão térmica. O computador de bordo integra, agora, as informações "eléctricas": consumo instantâneo e médio, autonomia, carga e descarga da bateria. O "eco-pilot" indica o nível da carga da bateria, tal como acontece num veículo convencional. Na consola central estão os pontos de referência para as posições da alavanca de comando do redutor (frente, marcha-atrás, neutro e estacionado).
Com a mesma largura que a versão térmica, o espaço interior conserva uma distância para os cotovelos (1480mm à frente e 1475mm atrás) e uma habitabilidade traseira referência na categoria.
Graças ao prolongamento da porta traseira, a bagageira tem um volume de 317 dm3. O acesso à bagageira é facilitado por um perfil de carga rebaixado (698 mm) e por uma abertura ampla (1020 mm).
O Fluence Z.E. oferece mais de 23 litros de espaço de carga repartidos pelo habitáculo: um porta-luvas de 9 litros na versão Dynamique, uma consola central com 2,2 litros ou ainda arrumos nas portas dianteiras, com uma capacidade de 2,6 litros cada.
Equipamento e serviçosDispõe de uma importante panóplia de tecnologias, como a navegação integrada, conectada e adaptada ao veículo eléctrico, o kit mãos livres Bluetooth®, a climatização automática bi-zona, os faróis automáticos e o limpa pára-brisas automático. Comandos do rádio, telefone e regulador de velocidade estão acessíveis sem tirar as mãos do volante.
Tendo em conta a nova repartição de massas, as ajudas electrónicas à condução (ABS e ESP) foram objecto de actualização. Em termos de segurança passiva, a estrutura do Renault Fluence Z.E. foi adaptada para garantir o mesmo nível de segurança da versão térmica.
Mantém de série os 6 airbags com limitadores de esforço e pré-tensores dos cintos.
Autonomia
Os serviços conectados permitem melhorar a gestão da sua autonomia, ao preparar melhor o trajecto. Com o pack My Z.E. Connect, é possível ter acesso, a partir do telemóvel ou do computador, a informações relacionadas com a autonomia: estado da bateria (nível de carga, tempo restante para uma carga completa, autonomia, estado da carga), receber alertas que indicam que a bateria está descarregada e acesso ao histórico dos carregamentos.
Com uma autonomia anunciada de 185 km (ciclo misto NEDC), esse valor pode ficar reduzido a 80 km em condições extremas: condições climatéricas severas, condução desportiva, terreno montanhoso, etc., dependendo ainda da velocidade, da tipologia do percurso, da utilização do ar condicionado ou do aquecimento, da temperatura exterior e do tipo de condução (desportiva, normal ou eco-condução),
Ao contrário dos veículos térmicos, é na cidade, no trânsito denso, que o veículo eléctrico é mais económico. Isso deve-se ao facto de, em velocidade nula (semáforo, circulação densa, etc.), o veículo eléctrico não consumir praticamente energia. Ao mesmo tempo, graças ao sistema de recuperação da energia na travagem, as paragens frequentes compensam, em parte, o consumo de energia na utilização.
Preços
Como carregar?Para uma carga ocasional, a Renault propõe um cabo que se liga directamente numa tomada doméstica de 220V. A carga completa efectua-se, desta forma, em 10 a 12 horas.
Para a residência ou para o local de trabalho, a sugestão é a montagem de uma “Wall-Box”, um equipamento para carga standard feita a partir de corrente de 220 Volts. Para além da conversão do sinal eléctrico, dispõe de uma tomada especial de alta tensão e deve ser instalada por um electricista profissional. As principais vantagens deste ponto de carregamento são a velocidade de carregamento, conformidade com as normas, ergonomia e a possibilidade de comunicar com a rede eléctrica para beneficiar das melhores tarifas eléctricas, por exemplo, durante a noite ou em vazio. Em 6 ou 8 horas, a bateria fica completamente carregada.
MotorCom a potência máxima é de 70 kW (equivalente a 95 cv) atingida às 3000 rpm e o binário máximo é de 226 Nm, obtido de forma instantânea, isso é sinónimo de segurança e praZ.E.r a cada aceleração.
O Fluence Z.E. necessitou de um trabalho específico sobre a base rolante pelo facto de ser mais comprido e possuir uma nova repartição de massas. Na dianteira, o motor eléctrico é mais ligeiro que o mais ligeiro dos motores térmicos disponíveis no Fluence (160 quilos contra 200 quilos para uma motorização térmica Diesel de entrada de gama). O eixo dianteiro foi, por isso, equipado com uma suspensão de menor rigidez. Na traseira, pelo contrário, o surgimento da bateria, colocada ao nível do trem traseiro, entre os bancos traseiros e a bagageira, aporta uma massa suplementar de 280 quilos. O trem traseiro foi redimensionado para assegurar o máximo de segurança e praZ.E.r de condução ao Fluence Z.E..
Equipado com pneumáticos de baixo atrito desenvolvidos pela Goodyear.
Mobilidade acessívelCom um preço de venda ou aluguer comparável ao seu equivalente térmico a diesel (fora eventuais incentivos fiscais), o custo de energia de um Z.E. é entre 5 e 10 veZ.E.s menos elevado, em função do país, que num veículo térmico. Por exemplo, com o Fluence Z.E., um abastecimento para 185 km custa cerca de 2€, uma oferta em ruptura com o orçamento para combustível de um veículo térmico. No caso de um veículo eléctrico, há que acrescentar o aluguer da bateria. Para uma quilometragem anual de 10 mil quilómetros, por exemplo, o custo adicional é de 0,08 €/km.
A garantia do veículo é de 2 anos com quilometragem ilimitada, sendo a garantia da cadeia de tracção eléctrica de 5 anos ou 100.000 km. Para além da garantia do construtor, a Renault propõe ofertas de extensão de garantia e de contratos de manutenção especialmente adaptados ao veículo eléctrico, com durações e quilometragem à escolha.
Dicas para baixar consumosNum interface especialmente desenvolvido para as necessidades do veículo eléctrico pode consultar-se, a qualquer momento, os parâmetros ligados à autonomia do veículo. Inclui um mostrador que indica o nível de carga da bateria, um computador de bordo que fornece a autonomia em km, o consumo médio e instantâneo em kWh, bem como os kWh restantes.
Um "eco-pilot" indica, com precisão, o modo de consumo de energia: forte consumo a vermelho, consumo normal a azul claro e recuperação de energia a azul escuro. A navegação inteligente Carminat TomTom® Z.E. LIVE, de série em todas as versões, localiza e indica a disponibilidade dos pontos de carregamento mais próximos, permitindo visualizar o raio de acção em função da autonomia restante do veículo.
Ainda mais do que num veículo térmico, pode preservar a autonomia do seu veículo eléctrico. Por exemplo, aplicando regras de eco-condução, é possível ganhar, em média, 18% de autonomia.
Mas, o Fluence Z.E. dispõe, também, de uma função Eco Mode. A activação deste interruptor limita as funções do sistema de climatização e permite ganhar até 10% de autonomia.
O Fluence Z.E. está equipado com um sistema de pré-climatização. Quando o veículo está conectado, pode programar, à distância, a temperatura que prefere no habitáculo e terá o conforto térmico ideal mal entra no habitáculo. Desta forma, a utilização da climatização não tem impacto na autonomia.
Quando a energia acabaAo contrário dos modelos térmicos, "ficar sem combustível" é algo coberto pelo contrato de aluguer da bateria.
Se atingir os limites da bateria, o veículo não se imobiliza brutalmente e continua em andamento, a velocidade reduzida, durante alguns quilómetros. Tal permite-lhe afastar-se do trânsito ou contactar a assistência para que o veículo possa ser rebocado até um ponto de carregamento.
Se for verificada alguma anomalia relacionada com a bateria, será efectuada, de imediato, num concessionário Renault, a troca da bateria ou, em alternativa, um veículo de substituição.
E se for precisa uma maior autonomia?Para as longas distâncias, o proprietário de um veículo eléctrico terá acesso a tarifas privilegiadas para o aluguer de um veículo térmico.
A melhoria da autonomia das baterias e o desenvolvimento de uma rede de troca de baterias deverão permitir ao veículo eléctrico, dentro de alguns anos, percorrer maiores distâncias … Entretanto, consciente da actual autonomia limitada das motorizações eléctricas, a Renault inicia a garantia de mobilidade, qualquer que seja o destino.
Enquanto cliente da gama Z.E., terá acesso ao aluguer de veículos térmicos com condições especiais. Este serviço estará disponível nas agências Avis e Europcar, que garantem uma cobertura importante do território. Este serviço estará igualmente disponível através do My Renault, acessível a partir do site em Portugal da Renault.
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Em tempo de crise juntam-se esforços e concertam-se energias. O grupo francês PSA, detentor das marcas Peugeot e Citroën, e o gigante americano General Motors anunciaram a criação de uma Aliança estratégica mundial que assenta em dois pilares principais: partilha de plataformas de veículos, componentes e módulos e a criação de uma “joint-venture” de compras à escala mundial (para produtos e serviços), com um volume de compras combinado de 125 mil milhões de dólares. Trata-se de um movimento vulgar no sector automóvel que recrudesce em tempos de crise.
A General Motors, que esteve à beira da falência no rebentar da bolha económica nos EUA e foi salvo da falência pela injecção de dinheiros públicos, e o prestigiado construtor francês continuarão, contudo, a comercializar veículos de modo independente e de acordo com a sua própria política comercial.
A GM (Opel, Chevrolet, Vauxhall, Buick e Cadillac, entre outras) foi, ao que tudo indica, o grupo construtor que mais vendeu em 2011, beneficiando dos problemas da Toyota derivados do terramoto que assolou o Japão e das graves cheias na Tailândia, em 2011.
O grupo francês é o segundo maior grupo construtor inteiramente europeu e a produção acumulada para as duas marcas permite que se mantenha regularmente entre os 10 maiores fabricantes mundiais de veículos.
No âmbito deste acordo, a General Motors entra em 7% do capital e torna-se no segundo maior accionista da PSA Peugeot Citroën, atrás do grupo da família Peugeot.
Objectivos imediatos e futurosTrata-se de um acordo benéfico para ambas as partes. Para os franceses permitirá a entrada de recursos financeiros e o acesso ou o reforço da presença em mais mercados, nomeadamente os emergentes, além de uma importante economia de escala. Mas para os americanos, este acordo importa também pelo acesso ao desenvolvimento técnico que a mecânica francesa representa no segmento dos motores diesel e na tecnologia de controlo das emissões poluentes e das energias alternativas.
Por isso, a partilha de plataformas permitirá aos dois grupos desenvolver aplicações à escala mundial e implementar programas de novas concepções a custos significativamente mais reduzidos. Numa fase inicial, a PSA Peugeot Citroën e a General Motors desejam concentrar-se nos veículos particulares de passageiros, nomeadamente nos segmentos de pequeno e médio porte, nos monovolumes e nos «crossovers».
Posteriormente, os dois parceiros pretendem desenvolver, em conjunto, uma nova plataforma para veículos com baixas emissões de CO2. Os primeiros automóveis produzidos com esta plataforma conjunta começarão a ser comercializados em 2016. Nos termos do acordo, a PSA Peugeot Citroën e a General Motors deverão partilhar um certo número de plataformas, módulos e componentes numa base mundial.
Outros exemplos de uniãoEste tipo de “encontro de vontades” não representa nada de inédito e é muito semelhante aquele que, num tempo bem recente, foi firmado entre a também francesa Renault (curiosamente, em meados dos anos 80, a empresa também foi ajudada economicamente pelo governo francês) e a japonesa Nissan.
Nos tempos que correm, muito poucos são já os fabricantes automóveis que agem inteiramente sozinhos. Se é que ainda existem!
Por isso, ao longo da história do automóvel são vários os exemplos de união e partilha de esforços, quer na concepção de modelos como do seu fabrico. Ou até a aquisição de empresas, dando posteriormente lugar, ou não, ao desaparecimento das marcas. Trata-se de um movimento que geralmente ocorre em alturas de crise económica, como aquele que há cerca de uma década aconteceu na Coreia e que levou à formação do grupo Hyundai/Kia, actualmente o quarto maior em volume de produção.
A General Motors foi detentora da marca sueca Saab, comprada em 1990 e vendida a um grupo económico em 2010. Actualmente em processo de insolvência resta-lhe a esperança de poder ser adquirida por um grupo construtor chinês, a exemplo do que aconteceu com a também sueca Volvo. Aliás, empresas chinesas são detentoras de outras marcas europeias com grande historial, como é o caso da Rover.

O grupo Fiat (Fiat, Alfa Romeo, Lancia e Ferrari, entre outras) foi outra empresa que, depois de ultrapassar momentos de dificuldade, consolidou recentemente o seu crescimento económico com a aquisição da maioria das acções da construtora americana Chryler (Chrysler, Dodge, Jeep…). Curiosamente, em 1998, este centenário construtor americano (que na Europa comercializou as marcas Sunbeam, Singer, Hillman e Simca, por exemplo), deu lugar à então maior aliança da história automóvel, quando se uniu com a conceituada Daimler-Benz, fabricante dos prestigiados Mercedes. O desencadear da crise económica nos Estados Unidos precipitou o fim deste acordo em 2009.
Na Europa, contudo, o caso mais conhecido de concentração é o do gigante alemão VW. Em 2011 conquistou a segunda posição do raking dos fabricantes, possuindo, no seu cartel, um leque de marcas de respeito: VW, Audi, Seat, Skoda, Bentley, Scania, Lamborghini, Man, para referir apenas as designações ainda activas.
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